
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
A Aula da Professora Rita

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Pôr o medo a fugir
A Turma, a professora Lina, A Psicóloga Dra. Lucinda e a Dra. Elisabete Carvalho, Coordenadora das Bibliotecas Escolares -DREN
«Rap dos Medricolas» elaborado e apresentado pela turma 6 do 4º ano no âmbito da exploração do livro "Pôr o medo a fugir- As aventuras da Joana contra o Medo "de Miguel Gonçalves. Esta actividade deu origem a um projecto mais elaborado, envolvendo a turma, o Gabinete de Psicologia e a Biblioteca Escolar. Será apresentado na Semana da Leitura 2008.
REFRÃO
«Pôr o medo a fugir»
«Pôr o medo a fugir»
A Drª Lucinda
Põe todos a sorrir
«Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!»
Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!
Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!
Se tens medo, compra um cão,
Se tens medo, compra um cão,
A todos ensinou, a grande lição,
A grande lição,
A grande lição,
A grande lição,
A todos ensinou, a grande lição,
Se tens medo do escuro,
Acende uma luz, acende uma luz! Uaau!
Se tens medo do Executivo,
Porta-te bem, porta-te bem! YOU!
Se tens medo de apanhar,
Não te metas com os grandes! Uuaau!
Se tens medo do dentista,
Não comas lambarices,
Trata bem os dentes,
Que eles ficam contentes! YOU!
Se tens medo d’avaliação
Estuda bem, a lição
E vê menos televisão!
E vê menos televisão! Uuaau!
Se tens medo de animais,
Não te metas demais,
Eles podem-te morder
Eles podem-te picar! YOU!
Monstros, bruxas, feiticeiras,
Não tenhas medo, não!
Não tenhas medo, não!
É d’ tua imaginação! Uuaau!
Se tens medo dos assaltos,
Se tens medo dos relâmpagos
Se tens medo, se tens medo, se tens medo
Pensa em coisas fabulosas!
Pensa em coisas divertidas!
Dá valor à tua vida! YOU!
REFRÃO
«Pôr o medo a fugir»
«Pôr o medo a fugir»
A Drª Lucinda
Põe todos a sorrir
«Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!»
Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!
Não lhe obedecer,
É o que devemos fazer!
Se tens medo, compra um cão,
Se tens medo, compra um cão,
A todos ensinou, a grande lição,
A grande lição,
A grande lição,
A grande lição,
A todos ensinou, a grande lição.
«Rap dos Medricolas»
Vivendo 17 séculos
Partimos. Partimos de Castelo de Paiva, passámos pela ponte nova, em Entre-os-Rios, Penafiel, Lousada, Calçada, chegámos a S. Mamede, onde D. Afonso Henriques derrotou as tropas da mãe e chegámos à capital do condado Portucalense, o berço de Portugal, Guimarães. Lá, fica situado o castelo de Guimarães.
Quando chegámos, vimos logo uma muralha, e todos gritaram: “Castelo de Guimarães”. A professora tirou-nos fotografias à beira de D. Afonso Henriques. Em estátua, é claro! Já morreu há nove séculos. Lanchámos rápido para irmos visitar o castelo.
Fomos ver a muralha. Via-se tudo. Tirámos outra fotografia. Eu queria ir à torre de menagem, em português, torre de vigiar. Em baixo, havia muitas pedras e as escadas eram perigosas. Alguns eram os mouros e outros eram o D. Afonso Henriques.
Na capela, vimos a pia batismal, onde foi baptizado D. Afonso Henriques, e muitas sepulturas. Algumas pareciam o esqueleto dos cavaleiros. A capela Chamava-se: “Igreja de S. Miguel”. Viajámos ao séc. XII e partimos para o séc. XV.
A Viagem demorou uns 2 ou 3 minutos, entrámos no “portal do século” e chegámos. Era a casa dos Duques de Bragança. Vimos muitas tapeçarias que contavam encantadoras Histórias, ouvimos gregoriano numa vistosa capela, o salão nobre, o salão dos paços perdidos, o quarto de D. Constança e o quarto de D. Catarina. A senhora que nos conduziu era a D. Marta bem simpática, por acaso.Fomos almoçar e seguimos para o séc. II a.C. para o tempo dos Lusitanos. Demorámos uns 20 minutos. Tivemos um “cão guia”. Eu chamei-lhe Lu. Tínhamos um mapa e seguíamos as suas instruções.
Vimos um sobreiro, a sua cortiça e o seu fruto, a bolota. Vimos uma capela e casas circulares e rectangulares, construídas e reconstruídas, do tempo dos Lusitanos. Tinha caminhos muitos estreitos. Parecíamos Lusitanos! Fomos ao museu. Esse museu, mostrava achados encontrados na citánia dos Lusitanos. Chamava-se: “Museu da Cultura Castreja”. Vimos pedras. A maior era a pedra formosa. Também ouvimos uma linda história.
Foi a primeira vez que alguns foram a um castelo.
Fomos para casa, depois disso.
Foi um dia divertido e educativo. Foi muito divertido viajar na “máquina do tempo”.
André Silva (4º ano - T6 )
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
A Aula da professora Giselda

terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Distribuíram-se pulseiras com uma pérola. A procura foi absoluta. Esgotou-se a nossa reserva.
A pérola é símbolo.
Sabes o que é uma pérola? É a diferença que a transforma. Uma ostra normal acolhe um intruso do qual se defende. Esta defesa gera a diferença. E que diferença? Repara: tu bates palmas. Tu vives na avidez duma pérola natural. De facto já pensaste que na sua origem está um facto anacrónico?
Pois bem na vida, na tua vida, dá-se o mesmo facto.
Valoriza a diferença.
A criança diferente precisa de ti. Não da tua caridade! Mas do teu interesse, do teu carinho, do teu amor, da tua dedicação, do teu olhar.
Mais. Neste mundo de correria, de tontices, de loucura, precisamos de acolher o essencial, abandonar o acessório. Agarra-te ao fundamental. Dá-lhe o teu coração. Viverás então uma nova aventura, despido de tantos preconceitos, porque uma só coisa é necessária: Amar!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
A utilidade da leitura

Mas é difícil acabar com estes mitos. Podemos sempre alegar que há efectivamente livros úteis, mais técnicos porventura, livros de estudo. Mas parece-me que esse não é o caminho. O que importa verdadeiramente é salientar no livro a volúpia da descoberta, o encantamento que nos leva a querer devorar um livro até ao fim, página atrás de página, como as cerejas. É certo que há livros que não despertam em nós esse deslumbramento. Perfeitamente! É difícil agradar a gregos e a troianos! Mas, há, acima de tudo, que procurar o nosso livro-gémeo, aquele que nos entende, que nos decifra, que nos leva a procurar outros livros-irmãos. Como costumo pensar, é preciso dar uma oportunidade aos livros e eles recompensar-nos-ão pela vida fora.
E foi a propósito destas considerações que me veio à ideia a figura do “mestre”. Não do Alberto Caeiro, mas do “nosso mestre”, o professor Ferreira Soares. O seu enlevo sempre que fala de um livro preferido, o seu entusiasmo a declamar uma poesia do seu autor predilecto, enfim, o prazer de ler que conseguiu manter intacto dentro de si, ao longo dos anos, são a prova do que acabo de dizer. Sempre que lê em público, o venerando professor consegue provar-nos que ler poderá até não ser útil, no sentido mais imediato, redutor e pobre da palavra, mas é, claramente, um prazer intelectual. E, na vida, todos precisamos de pequenos prazeres.
Pudesse eu ter a “tuba canora” de Camões e lhe ditaria uma epopeia! Como não posso, limito-me, neste final de texto, a tentar imitar-lhe o estilo e roubar-lhe o ponto de exclamação!
- Professor Soares! Muito obrigada por existir e por ler!
Aurora Monteiro, Equipa da Biblioteca da AVECP